Para iniciar a minha intervenção neste espaço de cultura, desporto, e tantas outras coisas que não interessam a ninguém, resolvi contar a verdadeira histórias das Avelãs, com uma reportagem ao próprio Sr. Clemente, autor deste magnífica obra de engenharia.
Para muitos este fabuloso fruto têm origens naturais, mas a Revista Cus (RC) foi investigar e tem informações únicas e chocantes.
No passado dia 10 de Dezembro fomos ao encontro do Sr. Clemente, hoje reformado e a habitar desafogadamente com os seus 2 esquilos numa autocaravana de duas assoalhadas, Buraca de Baixo - Portugal. Ficámos maravilhados com a fabulosa hospitalidade, minis, minis,minis... Transcrevemos então a fabulosa conversa.
RC - Sr. Clemente, é verdade que as Avelãs derivam dos Amendoins? E que as Nozes nasceram de todo este encontro de arte e esplendor?
Sr. Clemente - Bem foi uma feliz coincidência, eu desde os meus 6 anos que fui e sou empalador de Amendoins - uma vez empalador de Amendoins, toda a vida empalador (J.F.K.). (risos)
RC - Mas, como é que tudo aconteceu?
Sr. Clemente - Ser empalador de Amendoins é uma arte, exige tempo e muita mestria. O meu pai já era empaldor de Amendoins, o meu avô também e os avôs deles também. Portanto, é um negócio de família. O segredo tem passado de geração em geração.
O Amendoim chega em bruto aos nossos armazéns, está a secar durante uns dias e depois é envolvido numa capa especial, mas fica feio e desprovido de alma. Portanto, é aqui que começa verdadeiramente o nosso trabalho, moldar e delapidar cada Amendoim como se fosse um diamante. No entanto, existem uns cabrões que bebem uns copos e devoram estas obras primas, sem sequer apreciarem todo o esplendor daquele momento sublime.
Continua - quem teve paciência para ler esta porcaria até aqui, também aguarda mais uns dias para o resto da reportagem.
E já agora, queria que o público em especial e ao Eu Mesmo em particular soubessem que o bom do filme não tem nada de novo, somente o FC a correr todo nú a frente de um bando de "homens" vestidos de camionistas.
LLR
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